Amadeus. Você também deveria ver.

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Neste fim de semana, por insistência de uma colega do trabalho, assisti ao filme Amadeus. A insistência  foi tanta que ela entregou o DVD em mãos e me intimou a vê-lo. Obrigada, Van!

O filme conta a história de Mozart, um dos maiores músicos do século XVIII. Eu não sabia absolutamente nada sobre a vida dele e logo no início fiquei impressionada com o fato de ele começar a compor aos quatro anos de idade e, ainda criança, realizar exímias apresentações de violino e de piano na corte.

Uma das cenas mais marcantes acontece já próximo do final, quando ele, acamado compõe o Réquiem, uma de suas últimas obras. Como Mozart não tinha condições de escrever, ele recebeu ajuda de Antonio Salvieri, compositor do imperador da Áustria e alguém que invejava a sua genialidade. Ali ele dita a música de maneira incrível, a ponto de Salvieri quase não conseguir acompanhá-lo. Aliás, essa era uma tarefa quase impossível porque Mozart apenas colocava no papel algo que já tinha finalizado em sua mente. Tanto que, em uma das cenas, Salvieri não se conforma aos ver os originais do músico sem uma correção sequer.

Há ainda vários outros pontos interessantes de observar no filme, como a relação que ele tinha com o pai, a sua irreverência, o envolvimento com o álcool, sua ruim condição financeira.

Não vou me alongar demais. Tudo o que tenho a dizer é que, gostando ou não de música clássica, você deveria o filme Amadeus. Pena que eu não possa ser tão insistente com você quanto foram comigo.

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