Ok, eu aceito uma bicicleta!

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Hoje fiz uma coisa que há muito tempo não fazia. Andei de bicicleta! Cheguei até a sentir aquele friozinho na barriga ao montá-la e descer a rua!

Faz alguns meses que o meu marido comprou uma para ele e depois de ensaiar as pedaladas por uma semana, resolvi que de hoje não passaria! Aqui em São Paulo, só andava de bicicleta no Ibirapuera. Nunca soube o que era andar na rua, a não ser no interior. Aliás, fiz duas loucuras em Bauru!

A primeira, não me lembro quantos anos tinha, mas foi na minha adolescência. Uma das minhas primas me chamou para dar uma volta e eu fui. O detalhe é que ela estava acostumada e eu não! Um parênteses: o bom da tecnologia é que, mesmo não conhecendo a cidade, você pode acompanhar o trajeto pelo Google Mapas. É só clicar nos links do texto ;).

Saímos da casa da minha avó no Bela Vista, descemos até a avenida Nuno de Assis e subimos até o shopping. De lá, achamos melhor parar na casa da nossa tia para tomar água. Feito isso, recuperamos o fôlego e voltamos para a minha avó. Uma voltinha de uns 12 km apenas! Dá para cansar só de ver o caminho!

A segunda, foi há uns quatro anos, quando meu marido e eu ainda namorávamos. Na época, por causa da bolsa do programa Escola da Família, ele passava os fins de semana numa escola, das 9h às 17h. O único jeito de conseguirmos ficar um pouco juntos era lá – eu morava em São Paulo e não nos víamos com tanta frequência.

Emprestei a bicicleta do meu primo e fui. Saí dos Altos da Cidade e segui até o Octávio Rasi. Para quem não conhece a cidade, não se deixe enganar pelo trajeto do Google Mapas! Apesar de uma grande reta, é importantíssimo dizer que ela tinha muitas subidas e descidas e de que o trecho final era íngreme. Não muito, mas era.  Várias, váárias vezes fui empurrando a bicicleta. Nessas horas eu só conseguia pensar: “Cabeção! Inventou de ir, mas esqueceu que tem que voltar!”

Cheguei esbaforida e meu marido – namorado até então – só arregalou os olhos ao me ver chegar e fez aquela cara de incrédulo. Primeiro ele não gostou muito do que eu fiz, mas depois acabou rindo da história!

Agora que eu retomei o gosto pela coisa, ele já disse que irá comprar uma para mim! Eu queria mesmo um patins, mas como os lugares para eu andar são bem mais restritos, cedi à “magrela”. Mas podem respirar tranqüilos. Aqui em São Paulo não me atrevo a fazer tais peripécias. 😉

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